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Livemocha – O Social Network way de aprender um idioma.

23 set

mocha

Deixa eu adivinhar: Você gostaria de falar outras línguas mas não tem tempo de frequentar uma escola, os cursos são demasiado caros, ou saba bastante mas não tem a oportunidade de exercitar. Pois anime-se!

Existe um site espectacular que te permite aprender línguas de forma natural, simples e ainda lhe oferece a possibilidade de interagir com milhões de utilizadores, que estão aprendendo as mais diferentes línguas pelo mundo inteiro,  falantes nativos e ainda auxiliares voluntários, que poderão dar as dicas que você necessita para o seu aperfeiçoamento.

É o Livemocha. Rede criada em Seattle, nos Estados Unidos, em 2007, baseada no conceito de colaboração para por em contato aqueles que querem aprender com os nativos de cada idioma.

A rede disponibiliza atualmente 21 idiomas (Inglês, Italiano, Espanhol, Português (Brasil), Francês, Híndi, Alemão, Islandês, Mandarim, Japonês e Russo são alguns) e assim como nos cursos regulares e presenciais, as lições abrangem leitura, compreensão e expressão oral, escrita e gramática. O diferencial está nas ferramentas que permitem que o usuário submeta textos ou áudios à correção de outros membros.

Além disso, traz todas as outras características de uma rede social convencional, aos moldes do orkut. Isso permite aos usuários encontrarem internautas nativos em outros idiomas, inclusive os que não são disponibilizados pelo site – de Filipino a Tailandês; de Hindi a Birmali. São mais de 2 milhões de usuários.

A rede se destacou como iniciativa na web e chamou a atenção da Pearson, multinacional de educação. Em março deste ano, foi anunciada uma parceria para desenvolver, na plataforma Mocha, um novo sistema de aprendizado de inglês completamente baseado na conversação.

Boa dica pra quem busca a interação das Social Networks aliada com a possibilidade de aprender línguas.

Veja abaixo 3 videos que são um tutorial de como utilizar o site. Enjoy:

Cultura de Massa X Cultura da Rede

21 set

web-2.0-logo-mosaic

A cultura de massa, como definição concreta, deveria ser a cultura produzida para a população em geral, independente as heterogeneidades socias, sexuais, etárias ou psicológicas, veiculada pelos meios de comunicação de massa. Considera-se, portanto, uma manifestação cultural de massa, aquela produzida para o conjunto das camadas mais numerosas da população, o grande público.

A Teoria crítica, como ponto de partida, analisa o sistema da economia de mercado como a condição global das massas. Seus fins específicos consistem na organização de uma vida onde os indivíduos sejam independentes das cegas necessidades dos laços econômicos e da realização programada das possibilidades humanas.

A indústria cultural exerce um grande poder de influência sobre os indivíduos; o que ela oferece não vai além do que representações sob formas diferentes de exibições, que serão sempre iguais. Nela, o indivíduo se reduz à esfera do privado, anulando assim sua autonomia, seu senso crítico e sua essência própria.

A cultura de massa (ou Cultura de Hits) como um todo é narcisista, pois ela vende aos seus consumidores a satisfação manipulada de ser representado, seja nas telas de cinema, televisão, novelas ou espetáculos. Ela mostra o estereótipo – do bom, do ruim, do feio, do bonito, do feminino, do masculino – , o que já é devidamente concreto e estabelecido.

Com a digitalização dos conteúdos, e sua redistribuição livre pela rede, a cultura de hits perde sua força, afetando os meios de massa que praticamente se sustentavam a partir destes. A evolução da internet, com a web 2.0, possibilitou a todos serem produtores de conteúdo, tornando a informação livre, contribuiu, ainda mais, para a redução do poder da cultura de massa.

Com a internet as pessoas além de poder escolher entre uma imensa maior variedade de conteúdos, as pessoas passam de consumidores a disseminadores, e produtores de conteúdo. Isso é percebido, atualmente, em blogs, sites de compartilhamento de fotos, e no microblogging. Assim formam-se as redes sociais na web, uma das maiores expressões da web 2.0.

As redes sociais se caracterizam como espaços onde as pessoas podem interagir mutuamente, se relacionando, trocando conhecimentos, experiências, e criando laços entre si. Esses espaços trouxeram uma realidade nova à tona: a possibilidade de se comunicar, manter e criar novos contatos sem barreiras geográficas. Canais como blogs e seus comentários e fóruns de discussão geralmente se caracterizam como interações assíncronas, diferente de microblogs que tem uma interação geralmente mais síncrona, mas que ainda não chega a um nível de sincronia como a de um bate-papo virtual, ou serviços de troca de mensagem instantânea.
As interações nas redes sociais geram uma “moeda de troca” virtual, o capital social. Ele é um conjunto de recursos de um determinado grupo que pode ser usufruído por todos os membros do grupo, ainda que individualmente, e que está baseado na reciprocidade. Ele está embutido nas relações sociais e é determinado pelo conteúdo delas.
Redes de microblogging, como o Twitter, surgiram e por sua limitação imposta de caracteres acabaram definindo outra característica: uma alta velocidade de informação. As pessoas “seguem” outras que disponibilizam informações relevantes de forma ágil. Qualquer pessoa pode criar e compartilhar informações. Um dos principais usos é a cobertura ao-vivo de eventos, na qual várias pessoas podem debater sobre o evento ao mesmo tempo de forma direta ou indireta, geralmente através do uso de uma hashtag em comum. A facilidade de postagem é outra vantagem, pode-se enviar mensagens para o Twitter através do celular. Isso possibilitou que este fosse o primeiro canal de comunicação em vários eventos trágicos, após isso, trazendo outros canais e meios para a cobertura do fato.

As redes sociais se caracterizam como espaços onde as pessoas podem interagir mutuamente, se relacionando, trocando conhecimentos, experiências, e criando laços entre si. Esses espaços trouxeram uma realidade nova à tona: a possibilidade de se comunicar, manter e criar novos contatos sem barreiras geográficas. Canais como blogs e seus comentários e fóruns de discussão geralmente se caracterizam como interações assíncronas, diferente de microblogs que tem uma interação geralmente mais síncrona, mas que ainda não chega a um nível de sincronia como a de um bate-papo virtual, ou serviços de troca de mensagem instantânea.

As interações nas redes sociais geram uma “moeda de troca” virtual, o capital social. Ele é um conjunto de recursos de um determinado grupo que pode ser usufruído por todos os membros do grupo, ainda que individualmente, e que está baseado na reciprocidade. Ele está embutido nas relações sociais e é determinado pelo conteúdo delas.

Redes de microblogging, como o Twitter, surgiram e por sua limitação imposta de caracteres acabaram definindo outra característica: uma alta velocidade de informação. As pessoas “seguem” outras que disponibilizam informações relevantes de forma ágil. Qualquer pessoa pode criar e compartilhar informações. Um dos principais usos é a cobertura ao-vivo de eventos, na qual várias pessoas podem debater sobre o evento ao mesmo tempo de forma direta ou indireta, geralmente através do uso de uma hashtag em comum. A facilidade de postagem é outra vantagem, pode-se enviar mensagens para o Twitter através do celular. Isso possibilitou que este fosse o primeiro canal de comunicação em vários eventos trágicos, após isso, trazendo outros canais e meios para a cobertura do fato.

E difícil combinar diversidade com cultura de massa. Para priorizar a opinião – e o lucro – de poucos, é preciso estabelecer com os outros muitos um status de dominação. A cultura, quando distribuída em ritmo industrial, vira uma versão empobrecida da realidade, dissemina estereótipos e carrega as relações sociais de estagnação e desigualdade.

Mas se a cultura de massa é aquela que tem pouco ou nada a ver conosco, a cultura da rede somos nós. A rede nos oferece um potencial inédito de propagar pensamento livre e criatividade. A comunicação passa a se dar de maneira essencialmente horizontal e o conhecimento se constrói colaborativamente. A diversidade cultural deixa de ser uma entidade exterior às pessoas e se torna, finalmente, um produto da expressão coletiva.

Para que esse potencial se concretize, é preciso transformar a rede em um espaço de todos. Para que a rede reflita a diversidade, é preciso promover o acesso, a liberdade, o respeito às diferenças. E resgatar a idéia de que as pessoas, todas elas, têm o que dizer.

TV Globo X redes sociais

14 set

censurado globo

A TV Globo divulgou um comunicado interno na noite da última quinta-feira (10/09), em que restringe o uso de blogs e redes sociais pelos seus contratados. A medida atinge tanto artistas, como jornalistas e outros profissionais da emissora.

“A divulgação e ou comentários sobre temas/informações direta ou indiretamente relacionados às atividades ligadas à Rede Globo; ao mercado de mídia e ao nosso ambiente regulatório, ou qualquer outra informação/conteúdo obtidos em razão do relacionamento com a Rede Globo são vedados, independentemente da plataforma adotada, salvo expressamente autorizada pela empresa”, informa o comunicado.

Globo também exige autorização prévia para que os contratados possam ter blogs, Twitter e outras redes sociais vinculados a outros veículos de comunicação. “A hospedagem em Portais ou outros sites, bem como a associação do nome, imagem ou voz dos contratados da Rede Globo a quaisquer veículos de comunicação que explorem as mídias sociais, ainda que o conteúdo disponibilizado seja pessoal, só poderá acontecer com prévia autorização formal da empresa”.

A decisão gerou repercussão, mas até o momento somente artistas da emissora se manifestaram. A atriz Fernanda Paes Leme reclamou em seu Twitter.Não existe Arte sem liberdade de expressão!!”. “Blog, twitter ajudam o público a conhecer o artista por trás do personagem… eu vou continuar por AQUI!”. Outros atores tambem reclamaram no microblog.

Apesar das restrições citadas, a Central Globo de Comunicação informou que não veda qualquer plataforma para o uso pessoal, mas que as ferramentas devem se limitar a isso. “A presença individual e particular dos nossos contratados deve se restringir, se desejada, exatamente a este universo, estando totalmente desvinculada da atuação na Rede Globo, nem tampouco associados a outros veículos de comunicação. Se essa separação clara não puder ser estabelecida, o uso dessas mídias fica inviabilizado”.

A emissora carioca alega que a medida tem o objetivo proteger seus “conteúdos da exploração indevida por terceiros, assim como preservar seus princípios e valores”.

Sinceramente…. Acho inacreditável que uma empresa de comunicação tome uma atitude dessas.

Fonte: Comunique-se

Novo Site da Havaianas

26 mar

Havaianas lançou seu novo site. Com uma nova identidade digital para o site brasileiro e que servirá de base para todos os demais sites e portais de Havaianas worldwide.

havaianassite

Ficou bem legal. A animação de loading é show, você pode ficar desenhando enquanto espera carregar. Quandro se entra pelo site global, o internauta vê logo um mapa mundi desenhado como se fosse em aquarela. Dali pode-se escolher qual base quer acessar. Para entrar na home brasileira é só clicar no mapa brazuca.

imagem

O site conta com uma loja online repleta de produtos. E, além disso, dá pra ver as fotos e os detalhes da nova loja da Havaianas na Oscar Freire, em São Paulo.

O site ainda tem um gigantesco acervo de peças publicitárias. Acho que praticamente todos os comerciais e anúncios de revista e jornal, veiculados pela Havaianas, ao longo de sua trajetória, podem ser encontrados lá.

havaianassite3

O trabalho todo é da AlmapBBDO, que mandou bemzasso em tudo.

Entrando pelo site brasileiro não precisa passar pelo mapa mundi. Se você estiver com preguiça.

..:: O que me agradou mais é que o case completo da Havaianas está disponível em PDF para download.