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Pesquisa – Hábitos brasileiros em mídias sociais.

26 nov

Uma pesquisa realizada pela E.Life foi divulgada. Ela avaliou como internautas brasileiros usam o ambiente virtual e suas influências como fonte de informação. A pesquisa é focada em Redes Sociais.

Foram respondidos 1227 questionários. Do total, quase 31% dos participantes são do sexo masculino, moram em São Paulo e têm idade média de 28 anos.

Em relação a mídias sociais, o Orkut é a que detém o maior número de cadastros entre os entrevistados (89,6%), seguido de perto pelo Twitter, com 80,1%. Mas em relação ao uso, o microblog e a maior rede social do Brasil invertem as posições.

Entre as conclusões da pesquisa estão o uso das mídias sociais para pesquisar e reclamar de produtos e serviços, além de obter informações sobre empresas. No processo de compra, 34% dos participantes fazem sugestões a outros internautas e quase 43% recomendam produtos e serviços. Outro dado relevante é que 65% dos entrevistados possuem blog.

Chamada “Hábitos de uso e comportamento dos internautas brasileiros em mídias sociais”, o levantamento foi feito em julho deste ano.

Confira a pesquisa completa na apresentação abaixo, ou baixe aqui em PDF.

Redes Sociais?

19 set
Hoje, no Brasil, quase nenhum usuário ativos de Internet desconhece a existência da rede social Orkut – ainda que o portal tenha apenas nascido no início de 2004.
Por conseqüência de tal popularidade, o termo “rede social” tem sido utilizado com cada vez mais freqüência, muito embora as noções acerca do termo, que emergiram com o sucesso do Orkut, tenham uma profundidade duvidosa. Na atualidade, sabe-se que o Orkut é de fato uma rede social. Mas seria “rede social” apenas um produto estereotipado, com pequenas variações estéticas ao longo da concorrência?
Afinal, existem muitos outros sites que possuem “cara, cheiro e jeito” de rede social, mesmo que não se apresentem explicitamente como tal. Dessa forma, o que falar do Fotolog, onde pessoas publicam fotos, formam grupos de fotógrafos amigos, ou de afinidade mútua, e interagem entre si com comentários? O que falar do You Tube, ou mesmo de um blog com recursos semelhantes?
Devido a essa falta de objetividade com relação ao que pode ser considerado uma rede social – muito embora não se auto-intitule desse jeito –, uma das maiores pesquisadoras da área, Danah Boyd, criou uma definição bastante eficiente.
Segundo Boyd, qualquer “social network site” deve apresentar três primitivas básicas:
1. Uma área de perfil para cada usuário manifestar sua “persona virtual”;
2. A capacidade de se organizar listas de amigos ou associados;
3. E a habilidade de escrever-se comentários persistentes e públicos (visíveis a todos ou, ao menos, parcialmente públicos – em outras palavras: visíveis a um determinado grupo de pessoas).
No entanto, apesar de requisitar apenas três estruturas para que a interação social se desenvolva, as redes sociais podem assumir configurações muito complexas. Como provas dessa linha tênue que separa o “real” do “virtual”, é interessante trazer à luz dois fatos de certa forma inusitados que manifestaram-se no universo das redes sociais.
Aspectos Importantes de Uma Rede Social
Até o momento, foi provada a relevância das redes sociais como uma espécie de “lupa” para inúmeros aspectos sociais que permeiam países isolados. De fato, exemplos sobre a Índia e os EUA nos indicam a pertinência dessas redes a fim de analisar a topologia de sociedades isoladas, de nações com marcas culturais conhecidas ou semi-conhecidas. Entretanto, o movimento global de adesão às redes sociais revela aspectos muito mais “aleatórios” e nebulosos sobre o comportamente e as preferências dessas nações.
Com esse cenário mundial em mãos, torna-se muito menos intuitiva a obtenção de explicações sobre os porquês dessa configuração. Qual a razão para Índia e Brasil terem abraçado tão fortemente o Orkut? E por que teria sido assim com partes geograficamente distantes da América Central, América do Sul, África, Europa e Ásia, em relação ao Hi5?
Realmente, os estudiosos de redes sociais ainda não são capazes de estabelecer com suficiente clareza  os motivos para um “mapa-mundi” com tamanha dispersão. No entanto, mesmo com um comportamento complexo e de difíceis explicações, o fenômeno da popularidade desses portais revela duas importantes marcas desse tipo de produto: a heterogeneidade na adoção dos mesmos e a fidelização dos clientes.
Afinal, é impossível, na atualidade, indicar com absoluta certeza o líder desse mercado. Porém, é razoável afirmar que induzir o êxodo de sociedades virtuais estagnadas em uma rede social para outros portais de mesmo fim é, sem dúvidas, uma tarefa bastante complicada. Comprovando essa última conclusão, é possível destacar que tanto o Facebook quanto o MySpace possuem estratégias para a conquista do mercado brasileiro, mas que não surtiram efeito significativo até o presente momento.
OpenSocial & Oportunidades de Negócio nas “Redes Sociais 2.0”
Justamente por conta desse quadro de heterogeneidade, o Google lidera desde o final de 2007 uma iniciativa que ambiciona unificar as principais plataformas sociais em um ambiente tecnológico aberto a novos desenvolvedores. O projeto chama-se OpenSocial – tendo, portanto, um nome bastante sugestivo.
Acredita-se que o OpenSocial será um importante marco entre dois momentos das redes sociais. Por um lado, temos as “redes sociais 1.0” tal como elas nasceram: produtos isolados, com apelos específicos a determinadas nacionalidades e, mais notavelmente, com total conservadorismo quanto à integração de serviços desenvolvidos por terceiros. Por outro lado, existem hoje as “redes sociais 2.0”: um ambiente unificado, onde cada vez menos importa o seu produto de predileção, uma vez que a produção de novas funcionalidades será encabeçada por empresas aventuradas no mercado de mídias sociais.
Uma vez citado o termo “mídias sociais”, torna-se interessante elucidar uma definição formal, tenha visto que as mídias sociais são uma espécie de “febre” no mundo do marketing moderno e possuem estreita relação com as redes sociais em si.
Dessa forma temos “mídias sociais” como sendo um espectro mais abrangente do meio que incorpora as redes sociais. Mídia social é o uso de ferramentas eletrônicas e, mais especificamente, baseadas na Internet, que possuem o propósito de compartilhar informações e experiências entre seres humanos e de maneira eficiente.
Redes Socias Móveis: “As Redes Sociais 3.0”
Uma vez que as redes sociais são abertas ao desenvolvimento de serviços novos e acopláveis como um segundo estágio de vida das redes sociais, é razoável fazer uma previsão para uma fase posterior a caminho: as redes sociais móveis. Como o próprio nome sugere, a idéia das redes sociais móveis aparece justamente com a ascensão da computação móvel e já é debatida por visionários que acompanham o tema.
Acredita-se que, com a popularização dos smartphones, PDAs, celulares e demais dispositivos que permitem a comunicação através de redes sem fio – seja 3G, WiMax ou qualquer outra tecnologia – será possível, em curto ou médio prazos, trazer o acesso irrestrito às redes sociais para os usuários em constante movimento. Mais além, é possível prever uma série de serviços que irão tirar proveito de inovações emergentes no mercado da computação móvel, como os sistemas de localização global incorporados nos celulares.
É o caso dos chamados “serviços baseados em localidade” (ou “location-based services – LBS”), que prevêem, há muito tempo, aplicações que relacionam uma lista pré-definida de amigos com posições geográficas em tempo real.
Publicidade 2.0
Cerca de um em cada cinco dos anúncios convencionais veiculados na internet dos Estados Unidos são vistos em sites de redes sociais como o MySpace e o Facebook, de acordo com um estudo da empresa de estatísticas na web comScore.
É destacada a crescente concorrência entre os sites de mídia social e as empresas de internet estabelecidas, como a America Online, Time Warner, e Yahoo!, que há muito tempo se definem como principais veículos on-line para anúncios de grandes marcas.
O estudo da comScore informa que os sites de mídia social responderam por 21% dos anúncios em formato convencional da internet dos EUA, em julho. MySpace e Facebook, juntos, receberam mais de 80% desses anúncios.
“Como os principais sites de mídia social conseguem oferecer alcance e frequência satisfatórios junto aos públicos-alvos visados, e a baixo custo, parece que alguns anunciantes estão ansiosos por usar os sites de redes sociais como um novo veículo para sua publicidade”, disse Jeff Hackett, vice-presidente sênior da comScore.
Embora os sites de mídia social venham desfrutando de alta em sua popularidade nos últimos anos — o Facebook é hoje o quarto mais visitado site da internet mundial—, alguns observadores questionam se é possível torná-los comercializáveis de forma efetiva.
Como o conteúdo nos sites de mídia social é criado pelos usuários, e pode por isso ser ousado ou ofensivo, há quem questione a disposição dos anunciantes para veicular suas marcas em empresas de conteúdo desse tipo.
O preço dos anúncios em sites de redes sociais é bem menor do que em portais. Como também há um vasto volume de páginas disponíveis nos sites de redes sociais, os anunciantes podem comprar um grande número de anúncios a preços baixos.
Segurança
De acordo com pesquisa da empresa de segurança Sophos, 63% das corporações do mundo têm medo de que as comunidades de Web 2.0 tragam riscos de segurança às infraestruturas corporativas. Apesar disso, boa parte das companhias permite acesso total a ferramentas colaborativas. A análise mostra que 43% delas dão possibilidade de uso do Facebook, 50% do Twitter, 49% do MySpace e 52% do LinkedIn.
Os usuários têm confiança demais nos conteúdos que visualizam nessas redes e não tomam cuidados básicos. Mesmo em comunidades mais específicas, como o LinkedIn, a atenção deve ser redobrada. Os profissionais de tecnologia da informação têm toda razão em se preocupar com acessos a esse tipo de site.
As ameaças podem vir das mais diversas fontes. Desde ataques gerais, com links para códigos maliciosos, até ações mais direcionadas, voltadas para atingir determinadas empresas. Os criminosos estão cada vez mais sofisticados e especializados em enganar funcionários com mensagens aparentemente inofensivas.
Outro exemplo dos males que as redes podem trazer é o Twitter. A ferramenta passou por uma situação que expôs todo o seu risco. Um cracker explorou uma vulnerabilidade na ferramenta para rodar uma aplicação em Java Script que infectava o perfil e o computador de quem os acessava. Com isso, o usuário ficava exposto ao sequestro de browser, poderia receber arquivos maliciosos e, por consequência, colocar o ambiente corporativo sob grande risco.
Diante disso, o departamento de tecnologia pode ter duas atitudes: bloquear o acesso às ferramentas ou utilizar meios de proteger a infraestrutura da empresa com ações de conscientização e monitoramento constante da rede. Em ambientes em que as redes sociais são importantes para o trabalho, o bloqueio não é uma opção. Resta seguir à risca as melhores práticas da segurança corporativa e implantar uma cultura entre os usuários.
7 deslizes que empresas devem evitar em redes sociais
1. Criar um perfil falso – Isto sempre termina como um tiro no pé da empresa. A transparência é mais válida do que uma ação falsa. Se uma companhia aérea criar um perfil ‘comum’ para participar de uma comunidade que fale sobre gestão de crises e só fizer apologias positivas, sem crítica ao problema, podem desconfiar. Além disso, nas redes sociais as pessoas querem encontrar pessoas para interagir, falando entre si sobre as marcas. Os usuários querem ouvir experiências e relatos verdadeiros – ali, há uma referência de confiança. É preferível continuar offline a criar uma estratégia falsa.
2. Invadir espaço dos usuários – Quando há um fórum de discussão sobre determinado tema, as empresas não devem forçar sua presença. É preferível, inclusive, que se converse com o moderador da comunidade para saber se os integrantes querem a presença da empresa ali. O principal erro é entrar em um ambiente no qual não se é bem-vindo e querer interagir diretamente. Caso a empresa gere mal estar, provavelmente será banida do espaço. Isso não acontecerá se a empresa se identificar, explicar que gostaria de entender o que os usuários pensam e dizer que gostaria de participar do debate.
3. Enviar comunicados e respostas impessoais – Para começar, é bom saber que ‘press releases’ são informativos e não experiências. Se a empresa quer proporcionar uma experiência, pode oferecer o teste de um produto ou convidar para um evento. E o feitiço pode virar contra o feiticeiro. Os usuários costumam comparar as respostas entre si, se você usar um padrão fica muito fácil de ser identificado.
4. Interferir com publicidade onde não se deve – A empresa pode conversar com o moderador de uma comunidade e comprar um link fixo de divulgação na descrição do espaço. Mas a estratégia só funciona em partes. Se é uma ação que de fato aconteceu, tudo bem. Por exemplo, em comunidades de amantes do Doritos, como a ‘Queremos Doritos 5 kg’, você pode divulgar o pacote ali e oferecer aos usuários. Assim, você ainda potencializa a ação positiva.
5. Tentar comprar o usuário – Uma péssima estratégia, na avaliação dos especialistas, é tentar fazer os internautas pararem de falar mal da empresa oferecendo ‘presentinhos’. Não pega bem, por exemplo, enviar um presente para um blogueiro que falou mal da marca. É muito melhor ele entrar em contato para resolver o problema da pessoa. Se fizer algo além do necessário, soa como manipulação.
6. Interromper conversas – Se você sentar em uma mesa de bar e chegar com seu assunto, interrompendo o diálogo presente, não terá sorte em engatar um novo papo.  O canal social não pode ser de interrupção. As empresas devem discutir o que já está em andamento. Quando a empresa cria um blog, por exemplo, deve-se conversar sobre o que já circula no boca-a-boca dos usuários. Primeiro você deve se inserir e depois começar a acrescentar.
7. Ignorar as manifestações dos consumidores – Hoje, observar comportamento dos clientes é indispensável, tendo ou não uma campanha online. Os usuários vão falar da marca e a internet é um termômetro gratuito. As consequências de se ignorar o boca-a-boca online dos usuários podem ser graves. Por Exemplo o caso de uma concessionária que ignorou as reclamações de um cliente que comprou um veículo e não o recebeu após 20 dias. O atendimento da empresa o ignorou, até que ele, enfurecido, se vestiu de palhaço e criou um site para detonar a imagem da empresal. E em vez de finalmente dar atenção ao cliente, a marca entrou com uma ação judicial para tirar o site do ar o que tornou a repercussão pior ainda. O que ela podia ter minimizado com um contato, virou uma bola de neve. A atitude oposta foi tomada pela Dell que, em resposta ao site “Dell Hell”, criado por um cliente insatisfeito, fez um site colaborativo para que os usuários dessem sugestões sobre os produtos e pudessem resolver tudo de forma amigável.
Fonte: IDGNow
Social Media Corporativo
Independente da ação organizacional, grupos de pessoas criam comunidades online para falar bem ou mal das marcas, produtos, serviços, atendimento…entre outros temas que envolvem diretamente o dia a dia das empresas.
Muitas organizações estão optando por participar das comunidades existentes a criar iniciativas próprias. Outras já preferem criar em seus domínios formas de participação do usuário. O fato é que não há regra, nem limitações, mas há alguns códigos de conduta para quem quer se aventurar no mundo do relacionamento dos usuários.
Um fator que chama a atenção das organizações é o baixo custo que se tem ao participar destas redes sociais online. Claro que é necessário ter pessoas experientes nesta mídia e que muitas vezes, se faz necessário estabelecer políticas internas para o corpo de funcionários sobre a forma como se expõem nestas redes, mas, participar daquilo que já existe e foi criado por consumidores exige menos dinheiro e mais boa vontade, disposição para ouvir críticas e para efetuar mudanças.
E em tempos de crise, estar presente nas redes sociais pode ser menos oneroso que gastar milhões com campanhas de marketing. Relacionamento, transparência, honestidade e disposição são, em minha opinião, os pilares do sucesso empresarial em ambientes e fóruns criados por usuários.
Em contrapartida, é possível obter credibilidade, confiança e boa vontade dos públicos. Obviamente os insatisfeitos vão aproveitar a sua participação para exigirem soluções, mas tudo faz parte do processo de estar presente(e vulnerável) na rede.
Fontes: Folha OnLine / GTA-UFRJ

redessociais

Hoje, no Brasil, quase nenhum usuário ativo de Internet desconhece a existência da rede social Orkut – ainda que o portal tenha apenas nascido no início de 2004.

Por conseqüência de tal popularidade, o termo “rede social” tem sido utilizado com cada vez mais freqüência, muito embora as noções acerca do termo, que emergiram com o sucesso do Orkut, tenham uma profundidade duvidosa. Na atualidade, sabe-se que o Orkut é de fato uma rede social. Mas seria “rede social” apenas um produto estereotipado, com pequenas variações estéticas ao longo da concorrência?

Afinal, existem muitos outros sites que possuem “cara, cheiro e jeito” de rede social, mesmo que não se apresentem explicitamente como tal. Dessa forma, o que falar do Fotolog, onde pessoas publicam fotos, formam grupos de fotógrafos amigos, ou de afinidade mútua, e interagem entre si com comentários? O que falar do You Tube, ou mesmo de um blog com recursos semelhantes?

Devido a essa falta de objetividade com relação ao que pode ser considerado uma rede social – muito embora não se auto-intitule desse jeito –, uma das maiores pesquisadoras da área, Danah Boyd, criou uma definição bastante eficiente.

Segundo Boyd, qualquer “social network site” deve apresentar três primitivas básicas:

1. Uma área de perfil para cada usuário manifestar sua “persona virtual”;

2. A capacidade de se organizar listas de amigos ou associados;

3. E a habilidade de escrever-se comentários persistentes e públicos (visíveis a todos ou, ao menos, parcialmente públicos – em outras palavras: visíveis a um determinado grupo de pessoas).

No entanto, apesar de requisitar apenas três estruturas para que a interação social se desenvolva, as redes sociais podem assumir configurações muito complexas. Como provas dessa linha tênue que separa o “real” do “virtual”, é interessante trazer à luz dois fatos de certa forma inusitados que manifestaram-se no universo das redes sociais.

Aspectos Importantes de Uma Rede Social

Até o momento, foi provada a relevância das redes sociais como uma espécie de “lupa” para inúmeros aspectos sociais que permeiam países isolados. De fato, exemplos sobre a Índia e os EUA nos indicam a pertinência dessas redes a fim de analisar a topologia de sociedades isoladas, de nações com marcas culturais conhecidas ou semi-conhecidas. Entretanto, o movimento global de adesão às redes sociais revela aspectos muito mais “aleatórios” e nebulosos sobre o comportamento e as preferências dessas nações.

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mapa das redes sociais

Qual a razão para Índia e Brasil terem abraçado tão fortemente o Orkut? E por que teria sido assim com partes geograficamente distantes da América Central, América do Sul, África, Europa e Ásia, em relação ao Hi5?

Realmente, os estudiosos de redes sociais ainda não são capazes de estabelecer com suficiente clareza  os motivos para um “mapa-mundi” com tamanha dispersão. No entanto, mesmo com um comportamento complexo e de difíceis explicações, o fenômeno da popularidade desses portais revela duas importantes marcas desse tipo de produto: a heterogeneidade na adoção dos mesmos e a fidelização dos clientes.

Afinal, é impossível, na atualidade, indicar com absoluta certeza o líder desse mercado. Porém, é razoável afirmar que induzir o êxodo de sociedades virtuais estagnadas em uma rede social para outros portais de mesmo fim é, sem dúvidas, uma tarefa bastante complicada. Comprovando essa última conclusão, é possível destacar que tanto o Facebook quanto o MySpace possuem estratégias para a conquista do mercado brasileiro, mas que não surtiram efeito significativo até o presente momento.

OpenSocial & Oportunidades de Negócio nas “Redes Sociais 2.0”

Justamente por conta desse quadro de heterogeneidade, o Google lidera desde o final de 2007 uma iniciativa que ambiciona unificar as principais plataformas sociais em um ambiente tecnológico aberto a novos desenvolvedores. O projeto chama-se OpenSocial.

Acredita-se que o OpenSocial será um importante marco entre dois momentos das redes sociais. Por um lado, temos as “redes sociais 1.0” tal como elas nasceram: produtos isolados, com apelos específicos a determinadas nacionalidades e, mais notavelmente, com total conservadorismo quanto à integração de serviços desenvolvidos por terceiros. Por outro lado, existem hoje as “redes sociais 2.0”: um ambiente unificado, onde cada vez menos importa o seu produto de predileção, uma vez que a produção de novas funcionalidades será encabeçada por empresas aventuradas no mercado de mídias sociais.

Uma vez citado o termo “mídias sociais”, torna-se interessante elucidar uma definição formal, tenha visto que as mídias sociais são uma espécie de “febre” no mundo do marketing moderno e possuem estreita relação com as redes sociais em si. Elas são um espectro mais abrangente do meio que incorpora as redes sociais. Mídia social é o uso de ferramentas eletrônicas e, mais especificamente, baseadas na Internet, que possuem o propósito de compartilhar informações e experiências entre seres humanos e de maneira eficiente.

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Redes Socias Móveis: “As Redes Sociais 3.0”

Uma vez que as redes sociais são abertas ao desenvolvimento de serviços novos e acopláveis como um segundo estágio de vida das redes sociais, é razoável fazer uma previsão para uma fase posterior a caminho: as redes sociais móveis. Como o próprio nome sugere, a idéia das redes sociais móveis aparece justamente com a ascensão da computação móvel e já é debatida por visionários que acompanham o tema.

Acredita-se que, com a popularização dos smartphones, PDAs, celulares e demais dispositivos que permitem a comunicação através de redes sem fio – seja 3G, WiMax ou qualquer outra tecnologia – será possível, em curto ou médio prazos, trazer o acesso irrestrito às redes sociais para os usuários em constante movimento. Mais além, é possível prever uma série de serviços que irão tirar proveito de inovações emergentes no mercado da computação móvel, como os sistemas de localização global incorporados nos celulares.

É o caso dos chamados “serviços baseados em localidade” (ou “location-based services – LBS”), que prevêem, há muito tempo, aplicações que relacionam uma lista pré-definida de amigos com posições geográficas em tempo real.

Publicidade 2.0

Cerca de um em cada cinco dos anúncios convencionais veiculados na internet dos Estados Unidos são vistos em sites de redes sociais como o MySpace e o Facebook, de acordo com um estudo da empresa de estatísticas na web comScore.

É destacada a crescente concorrência entre os sites de mídia social e as empresas de internet estabelecidas, como a America Online, e Yahoo!, que há muito tempo se definem como principais veículos on-line para anúncios de grandes marcas.

O estudo da comScore informa que os sites de mídia social responderam por 21% dos anúncios em formato convencional da internet dos EUA, em julho. MySpace e Facebook, juntos, receberam mais de 80% desses anúncios.

“Como os principais sites de mídia social conseguem oferecer alcance e frequência satisfatórios junto aos públicos-alvos visados, e a baixo custo, parece que alguns anunciantes estão ansiosos por usar os sites de redes sociais como um novo veículo para sua publicidade”, disse Jeff Hackett, vice-presidente sênior da comScore.

Embora os sites de mídia social venham desfrutando de alta em sua popularidade nos últimos anos — o Facebook é hoje o quarto mais visitado site da internet mundial—, alguns observadores questionam se é possível torná-los comercializáveis de forma efetiva.

Como o conteúdo nos sites de mídia social é criado pelos usuários, e pode por isso ser ousado ou ofensivo, há quem questione a disposição dos anunciantes para veicular suas marcas em empresas de conteúdo desse tipo.

O preço dos anúncios em sites de redes sociais é bem menor do que em portais. Como também há um vasto volume de páginas disponíveis nos sites de redes sociais, os anunciantes podem comprar um grande número de anúncios a preços baixos.

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Segurança

De acordo com pesquisa da empresa de segurança Sophos, 63% das corporações do mundo têm medo de que as comunidades de Web 2.0 tragam riscos de segurança às infraestruturas corporativas. Apesar disso, boa parte das companhias permite acesso total a ferramentas colaborativas. A análise mostra que 43% delas dão possibilidade de uso do Facebook, 50% do Twitter, 49% do MySpace e 52% do LinkedIn.

Os usuários têm confiança demais nos conteúdos que visualizam nessas redes e não tomam cuidados básicos. Mesmo em comunidades mais específicas, como o LinkedIn, a atenção deve ser redobrada. Os profissionais de tecnologia da informação têm toda razão em se preocupar com acessos a esse tipo de site.

As ameaças podem vir das mais diversas fontes. Desde ataques gerais, com links para códigos maliciosos, até ações mais direcionadas, voltadas para atingir determinadas empresas. Os criminosos estão cada vez mais sofisticados e especializados em enganar funcionários com mensagens aparentemente inofensivas.

Outro exemplo dos males que as redes podem trazer é o Twitter. A ferramenta passou por uma situação há pouco tempo que expôs todo o seu risco. Um cracker explorou uma vulnerabilidade na ferramenta para rodar uma aplicação em Java Script que infectava o perfil e o computador de quem os acessava. Com isso, o usuário ficava exposto ao sequestro de browser, poderia receber arquivos maliciosos e, por consequência, colocar o ambiente corporativo sob grande risco.

Diante disso, o departamento de tecnologia de uma empresa pode ter duas atitudes: bloquear o acesso às ferramentas ou utilizar meios de proteger a infraestrutura da empresa com ações de conscientização e monitoramento constante da rede. Em ambientes em que as redes sociais são importantes para o trabalho, o bloqueio não é uma opção. Resta seguir à risca as melhores práticas da segurança corporativa e implantar uma cultura entre os usuários.

7 deslizes que empresas devem evitar em redes sociais

1. Criar um perfil falso – Isto sempre termina como um tiro no pé da empresa. A transparência é mais válida do que uma ação falsa. Se uma companhia aérea criar um perfil ‘comum’ para participar de uma comunidade que fale sobre gestão de crises e só fizer apologias positivas, sem crítica ao problema, podem desconfiar. Além disso, nas redes sociais as pessoas querem encontrar pessoas para interagir, falando entre si sobre as marcas. Os usuários querem ouvir experiências e relatos verdadeiros – ali, há uma referência de confiança. É preferível continuar offline a criar uma estratégia falsa.

2. Invadir espaço dos usuários – Quando há um fórum de discussão sobre determinado tema, as empresas não devem forçar sua presença. É preferível, inclusive, que se converse com o moderador da comunidade para saber se os integrantes querem a presença da empresa ali. O principal erro é entrar em um ambiente no qual não se é bem-vindo e querer interagir diretamente. Caso a empresa gere mal estar, provavelmente será banida do espaço. Isso não acontecerá se a empresa se identificar, explicar que gostaria de entender o que os usuários pensam e dizer que gostaria de participar do debate.

3. Enviar comunicados e respostas impessoais – Para começar, é bom saber que ‘press releases’ são informativos e não experiências. Se a empresa quer proporcionar uma experiência, pode oferecer o teste de um produto ou convidar para um evento. E o feitiço pode virar contra o feiticeiro. Os usuários costumam comparar as respostas entre si, se você usar um padrão fica muito fácil de ser identificado.

4. Interferir com publicidade onde não se deve – A empresa pode conversar com o moderador de uma comunidade e comprar um link fixo de divulgação na descrição do espaço. Mas a estratégia só funciona em partes. Se é uma ação que de fato aconteceu, tudo bem. Por exemplo, em comunidades de amantes do Doritos, como a ‘Queremos Doritos 5 kg’, você pode divulgar o pacote ali e oferecer aos usuários. Assim, você ainda potencializa a ação positiva.

5. Tentar comprar o usuário – Uma péssima estratégia, na avaliação dos especialistas, é tentar fazer os internautas pararem de falar mal da empresa oferecendo ‘presentinhos’. Não pega bem, por exemplo, enviar um presente para um blogueiro que falou mal da marca. É muito melhor ele entrar em contato para resolver o problema da pessoa. Se fizer algo além do necessário, soa como manipulação.

6. Interromper conversas – Se você sentar em uma mesa de bar e chegar com seu assunto, interrompendo o diálogo presente, não terá sorte em engatar um novo papo.  O canal social não pode ser de interrupção. As empresas devem discutir o que já está em andamento. Quando a empresa cria um blog, por exemplo, deve-se conversar sobre o que já circula no boca-a-boca dos usuários. Primeiro você deve se inserir e depois começar a acrescentar.

7. Ignorar as manifestações dos consumidores – Hoje, observar comportamento dos clientes é indispensável, tendo ou não uma campanha online. Os usuários vão falar da marca e a internet é um termômetro gratuito. As consequências de se ignorar o boca-a-boca online dos usuários podem ser graves. Por Exemplo o caso de uma concessionária que ignorou as reclamações de um cliente que comprou um veículo e não o recebeu após 20 dias. O atendimento da empresa o ignorou, até que ele, enfurecido, se vestiu de palhaço e criou um site para detonar a imagem da empresal. E em vez de finalmente dar atenção ao cliente, a marca entrou com uma ação judicial para tirar o site do ar o que tornou a repercussão pior ainda. O que ela podia ter minimizado com um contato, virou uma bola de neve. A atitude oposta foi tomada pela Dell que, em resposta ao site “Dell Hell”, criado por um cliente insatisfeito, fez um site colaborativo para que os usuários dessem sugestões sobre os produtos e pudessem resolver tudo de forma amigável.

Fonte: IDGNow

globo-teclas

Social Media Corporativo

Independente da ação organizacional, grupos de pessoas criam comunidades online para falar bem ou mal das marcas, produtos, serviços, atendimento…entre outros temas que envolvem diretamente o dia a dia das empresas.

Muitas organizações estão optando por participar das comunidades existentes a criar iniciativas próprias. Outras já preferem criar em seus domínios formas de participação do usuário. O fato é que não há regra, nem limitações, mas há alguns códigos de conduta para quem quer se aventurar no mundo do relacionamento dos usuários.

Um fator que chama a atenção das organizações é o baixo custo que se tem ao participar destas redes sociais online. Claro que é necessário ter pessoas experientes nesta mídia e que muitas vezes, se faz necessário estabelecer políticas internas para o corpo de funcionários sobre a forma como se expõem nestas redes, mas, participar daquilo que já existe e foi criado por consumidores exige menos dinheiro e mais boa vontade, disposição para ouvir críticas e para efetuar mudanças.

E em tempos de crise, estar presente nas redes sociais pode ser menos oneroso que gastar milhões com campanhas de marketing. Relacionamento, transparência, honestidade e disposição são os pilares do sucesso empresarial em ambientes e fóruns criados por usuários.

contrapartida, é possível obter credibilidade, confiança e boa vontade dos públicos. Obviamente os insatisfeitos vão aproveitar a sua participação para exigirem soluções, mas tudo faz parte do processo de estar presente (e vulnerável) na rede.

Fontes: Folha OnLine / GTA-UFRJ

Políticos devem se render às redes sociais

15 set

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Políticos de todo o mundo invadiram a internet depois do sucesso da estratégia de campanha de Barack Obama durante as eleições americanas de 2008, que utilizou redes sociais como Facebook, MySpace, YouTube, Flickr, AsianAve e Twitter – por onde o democrata, depois de eleito, anunciou o nome de seu vice, Joe Biden. Chefes de estado e de governo como Nicolas Sarkozy (França), Angela Merkel (Alemanha), Silvio Berlusconi (Itália) foram alguns líderes que seguiram os passos do americano. No Brasil, o interesse da classe política pelo assunto já está sendo considerado a nova estratégia de marketing político para as eleições de 2010.

“Estamos vivendo uma carência de posições e de ideologias e essas ferramentas possibilitam estimular o debate com a sociedade”, diz o deputado federal Eliseu Padilha, presidente da Fundação Ulysses Guimarães, que capitaneia a discussão sobre o uso das redes sociais pelo PMDB. Por ora, o PV é a única legenda presente em cinco redes. DEM e PT ainda não definiram como será a participação dos seus candidatos na web em 2010, embora expoentes das agremiações já estejam em ação nos espaços virtuais.

A posição dos tucanos também é reticente: “A minha avaliação pessoal é que tudo isso será menos importante do que se acredita porque a cultura brasileira de participação é diferente da americana e da europeia”, afirma Eduardo Jorge, vice-secretário executivo do PSDB e líder de estudo interno da legenda sobre o uso das redes sociais.

Um dos canais favoritos dos políticos brasileiros é o Twitter, microblog que aceita textos de no máximo 140 caracteres e que tem se popularizado pela facilidade de postagem de mensagens a partir de computador ou celular. De acordo com o Politweets, ferramenta que contabiliza a participação de políticos no Twitter, até o momento um governador, 13 senadores, 27 deputados federais e quatro deputados estaduais utilizam o microblog.

Estratégias – Estar presente nas redes sociais em 2010 não será o suficiente para colher sucesso nas urnas, adverte Fernando Barros, presidente da agência de publicidade e marketing político Propeg. “Será preciso montar estratégias criativas, inéditas e que trabalhem a customização das mensagens para públicos específicos, deixando de lado os boletins generalistas.” Para ele, esse foi o grande trunfo da campanha eleitoral de Obama.

Barros já realizou um “laboratório” do que poderá ser usado por aqui no próximo ano: as eleições legislativas de Angola, em 2008, em que o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) conquistou cerca de 80% dos votos. A estratégia desenvolvida pelo publicitário lá foi aproximar o candidato do eleitorado. “Quando um político comenta em uma rede social a música que está ouvindo, ele humaniza sua figura e se aproxima do eleitor”, explica. “É impressionante como funcionou: o resultado foi muito superior ao esperado”, avalia.

Outro ponto importante seria evitar estratégias “invasivas”. Isso porque, de acordo com pesquisa realizada pela Propeg com eleitores de São Paulo, Salvador, Brasília e Belo Horizonte, a maioria dos eleitores de classe C e D rejeita pop ups, e-mail marketing e newsletter de campanhas políticas.

Indignação virtual – Outro especialista em marketing político, o consultor Gaudêncio Torquato, diz que as redes sociais podem mudar a cultura de participação dos brasileiros no processo político. “Agora, existe a opinião pública virtual, que é muito influenciada pelo que circula na internet”, explica. “Nunca se viu tanta propagação de mensagens de interesse político na internet: se acontece um escândalo, uma votação polêmica em Brasília, imediatamente as pessoas começam a se manifestar nos blogs e twitters.”

Segundo Torquato, todas as consultorias em marketing político já estão estudando estratégias que utilizam as ferramentas da internet para as próximas eleições. “São mais de 50 milhões de pessoas utilizando a web hoje no país. Não dá para ignorar esse número.”

Fonte: Portal das Redes Sociais

Consumidor é o Guru da Doritos.

20 fev

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Na sua opiião, qual deve ser o novo sabor do Doritos?
Você sempre quis que essa pergunta fosse feita. Pois vocês, os consumidores da “geração conteúdo”, serão os “gurus” desta novidade que a marca pretende comercializar.

A Doritos está lançando, no Canadá a promo “Doritos Guru“, que vai escolher o melhor comercial produzido em vídeo por um consumidor propondo um novo sabor. Os vídeos devem ser enviados para o hotsite da campanha.

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Ah! Ainda tem um channel no YT  e um Facebook onde pode-se acompanhar as campanhas.

O criador do melhor ad, vai levar a bagatela de 25 mil doleta + 1% de TODA a venda na comercialização do novo produto, além de ser o ator principal no comercial que vai divulgar o lançamento do flavor, e veicular em todo território canadense.

Aí embaixo tem um exemplo do nível dos comerciais que tão rolando. Dá um look: