Tag Archives: Redes Sociais

Substitwit – Agende suas tuitadas!

3 dez

O filme Substitutos, com o Bruce Willis, que estreiou dia 23 de outubro no Brasil é ambientado em 2054. Lá, quase todo mundo trocou sua vida normal por androides substitutos da Virtual Self, que fazem tudo sem que você tenha que sair de casa.

Pensando nisso, foi criado, como parte da campanha de divulgação do filme, um aplicativo de twitter chamado Substitwit. Uma iniciativa muito pertinente e útil para os heavy users de Twitter. Ele programa todas as suas suas tuitadas com dia, hora, início e fim. E também tem um gerenciador super bacana para você ficar a par de todos os tweets agendados.

Ainda não testei, mas parece ser bem útil nos dias de sol em que a praia fica me chamando.

embaixo tem um trailer do filme.

Fonte: AdTree Digital
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Pesquisa – Hábitos brasileiros em mídias sociais.

26 nov

Uma pesquisa realizada pela E.Life foi divulgada. Ela avaliou como internautas brasileiros usam o ambiente virtual e suas influências como fonte de informação. A pesquisa é focada em Redes Sociais.

Foram respondidos 1227 questionários. Do total, quase 31% dos participantes são do sexo masculino, moram em São Paulo e têm idade média de 28 anos.

Em relação a mídias sociais, o Orkut é a que detém o maior número de cadastros entre os entrevistados (89,6%), seguido de perto pelo Twitter, com 80,1%. Mas em relação ao uso, o microblog e a maior rede social do Brasil invertem as posições.

Entre as conclusões da pesquisa estão o uso das mídias sociais para pesquisar e reclamar de produtos e serviços, além de obter informações sobre empresas. No processo de compra, 34% dos participantes fazem sugestões a outros internautas e quase 43% recomendam produtos e serviços. Outro dado relevante é que 65% dos entrevistados possuem blog.

Chamada “Hábitos de uso e comportamento dos internautas brasileiros em mídias sociais”, o levantamento foi feito em julho deste ano.

Confira a pesquisa completa na apresentação abaixo, ou baixe aqui em PDF.

Manual de Sobrevivência no Mundo Digital. Baixe Grátis.

3 nov

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No último dia 29, o músico Leoni lançou o livro digital “Manual de Sobrevivência no Mundo Digital”. A obra nasceu de textos publicados no Diário de Bordo, blog do cantor, para dividir as experiências que vinha descobrindo para entrar em contato direto com o público e evitar os atravessadores.

O “Manual” é grátis, e pode ser distribuído, compartilhado, publicado em blogs, sites e jornais. Consiste de um grande estudo de ações em midias sociais (e algumas que não são) voltada para músicos e artistas em geral. Mas também pode ser aplicada em outros ambientes sociais.

Vale a pena ler e comentar lá. A brincadeira ainda é beta, o Leoni conta com a colaboração de todos para a versão final, que vai ser publicada na forma convencional. Clique aqui e baixe agora!

 

Redes Sociais e RH cada vez mais próximos.

25 set

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Na era da Web 2.0 comenta-se muito sobre a finalidade das redes sociais. Por meio delas, é possível manter contatos atualizados, encontrar pessoas com as mesmas afinidades que as suas, saber o que seu amigo – ou até mesmo o que o Presidente dos Estados Unidos – está fazendo no momento.

De forma coletiva, há a possibilidade de transformar interações desordenadas em resultados. E as redes sociais são as ferramentas mais apropriadas dentro desse modelo. Por outro lado, parecem servir para qualquer coisa e, sem um propósito definido, servir para qualquer coisa é o mesmo que servir para nada. Por isso, é grande o índice de usuários que “abandonam” seus perfis, deixando-os desatualizados e obsoletos.

No mundo corporativo, empresas já tornaram um hábito pesquisar por profissionais cadastrados nas redes sociais. Porém, ainda não de comenta muito sobre a qualidade e a veracidade das informações. Os profissionais de RH passam horas buscando um perfil interessante para suas posições. Perdem um tempo valioso do seu dia sem saber se o trabalho de pesquisa foi em vão ou correspondeu à realidade.

Mas há empresas preocupadas com o tempo, com a qualidade e com a velocidade das informações que só as redes sociais bem arquitetadas conseguem oferecer. Atualmente, é possível agregar conceitos de inteligência coletiva e de colaboração para alcançar resultados efetivos que melhoram a eficácia na busca de profissionais e, ao mesmo tempo, tornam o processo mais agradável para estes candidatos.

Se uma empresa abre um processo de recrutamento para uma vaga de emprego, hoje, pode-se comunicar ao mercado de forma rápida e efetiva. Uma novidade agregadora neste cenário é a indicação de profissionais por meio de redes sociais focadas no mercado de trabalho, como a Via6. Os profissionais de RH conseguem encontrar candidatos em pouco tempo e, de forma organizada. Já os candidatos podem acompanhar o andamento da vaga e até receber um feedback em relação ao processo de recrutamento. Desta forma, elimina qualquer sensação de falta de comunicação com candidatos, mesmo que não-aprovados.

Com essa solução, é possível “navegar” pelas redes sociais até alcançar o que se procura com um grande diferencial: a agilidade da Internet. No mundo offline, as notícias e informações são propagadas por meio de contatos diretos, como encontros e telefonemas entre as pessoas. Já no mundo online e, principalmente, nas redes sociais, a propagação é amplificada e repassada por contatos indiretos (e-mails ou posts), ganhando velocidade e alcance que nunca foram experimentados anteriormente.

O grande desafio é gerar valor para todos os usuários através dessas interações. Gerar valor é ter um propósito, ou seja, um objetivo comum que possa ser alcançado com a colaboração entre as pessoas, talvez a principal razão para que as redes sociais continuem crescendo e se fortalecendo.

No video abaixo, Melina Graf, Gerente de Planejamento de Carreira da Ricardo Xavier Recursos Humanos, fala sobre a importância que as empresas dão às redes sociais ao escolher um candidato. Confere aí:

Cultura de Massa X Cultura da Rede

21 set

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A cultura de massa, como definição concreta, deveria ser a cultura produzida para a população em geral, independente as heterogeneidades socias, sexuais, etárias ou psicológicas, veiculada pelos meios de comunicação de massa. Considera-se, portanto, uma manifestação cultural de massa, aquela produzida para o conjunto das camadas mais numerosas da população, o grande público.

A Teoria crítica, como ponto de partida, analisa o sistema da economia de mercado como a condição global das massas. Seus fins específicos consistem na organização de uma vida onde os indivíduos sejam independentes das cegas necessidades dos laços econômicos e da realização programada das possibilidades humanas.

A indústria cultural exerce um grande poder de influência sobre os indivíduos; o que ela oferece não vai além do que representações sob formas diferentes de exibições, que serão sempre iguais. Nela, o indivíduo se reduz à esfera do privado, anulando assim sua autonomia, seu senso crítico e sua essência própria.

A cultura de massa (ou Cultura de Hits) como um todo é narcisista, pois ela vende aos seus consumidores a satisfação manipulada de ser representado, seja nas telas de cinema, televisão, novelas ou espetáculos. Ela mostra o estereótipo – do bom, do ruim, do feio, do bonito, do feminino, do masculino – , o que já é devidamente concreto e estabelecido.

Com a digitalização dos conteúdos, e sua redistribuição livre pela rede, a cultura de hits perde sua força, afetando os meios de massa que praticamente se sustentavam a partir destes. A evolução da internet, com a web 2.0, possibilitou a todos serem produtores de conteúdo, tornando a informação livre, contribuiu, ainda mais, para a redução do poder da cultura de massa.

Com a internet as pessoas além de poder escolher entre uma imensa maior variedade de conteúdos, as pessoas passam de consumidores a disseminadores, e produtores de conteúdo. Isso é percebido, atualmente, em blogs, sites de compartilhamento de fotos, e no microblogging. Assim formam-se as redes sociais na web, uma das maiores expressões da web 2.0.

As redes sociais se caracterizam como espaços onde as pessoas podem interagir mutuamente, se relacionando, trocando conhecimentos, experiências, e criando laços entre si. Esses espaços trouxeram uma realidade nova à tona: a possibilidade de se comunicar, manter e criar novos contatos sem barreiras geográficas. Canais como blogs e seus comentários e fóruns de discussão geralmente se caracterizam como interações assíncronas, diferente de microblogs que tem uma interação geralmente mais síncrona, mas que ainda não chega a um nível de sincronia como a de um bate-papo virtual, ou serviços de troca de mensagem instantânea.
As interações nas redes sociais geram uma “moeda de troca” virtual, o capital social. Ele é um conjunto de recursos de um determinado grupo que pode ser usufruído por todos os membros do grupo, ainda que individualmente, e que está baseado na reciprocidade. Ele está embutido nas relações sociais e é determinado pelo conteúdo delas.
Redes de microblogging, como o Twitter, surgiram e por sua limitação imposta de caracteres acabaram definindo outra característica: uma alta velocidade de informação. As pessoas “seguem” outras que disponibilizam informações relevantes de forma ágil. Qualquer pessoa pode criar e compartilhar informações. Um dos principais usos é a cobertura ao-vivo de eventos, na qual várias pessoas podem debater sobre o evento ao mesmo tempo de forma direta ou indireta, geralmente através do uso de uma hashtag em comum. A facilidade de postagem é outra vantagem, pode-se enviar mensagens para o Twitter através do celular. Isso possibilitou que este fosse o primeiro canal de comunicação em vários eventos trágicos, após isso, trazendo outros canais e meios para a cobertura do fato.

As redes sociais se caracterizam como espaços onde as pessoas podem interagir mutuamente, se relacionando, trocando conhecimentos, experiências, e criando laços entre si. Esses espaços trouxeram uma realidade nova à tona: a possibilidade de se comunicar, manter e criar novos contatos sem barreiras geográficas. Canais como blogs e seus comentários e fóruns de discussão geralmente se caracterizam como interações assíncronas, diferente de microblogs que tem uma interação geralmente mais síncrona, mas que ainda não chega a um nível de sincronia como a de um bate-papo virtual, ou serviços de troca de mensagem instantânea.

As interações nas redes sociais geram uma “moeda de troca” virtual, o capital social. Ele é um conjunto de recursos de um determinado grupo que pode ser usufruído por todos os membros do grupo, ainda que individualmente, e que está baseado na reciprocidade. Ele está embutido nas relações sociais e é determinado pelo conteúdo delas.

Redes de microblogging, como o Twitter, surgiram e por sua limitação imposta de caracteres acabaram definindo outra característica: uma alta velocidade de informação. As pessoas “seguem” outras que disponibilizam informações relevantes de forma ágil. Qualquer pessoa pode criar e compartilhar informações. Um dos principais usos é a cobertura ao-vivo de eventos, na qual várias pessoas podem debater sobre o evento ao mesmo tempo de forma direta ou indireta, geralmente através do uso de uma hashtag em comum. A facilidade de postagem é outra vantagem, pode-se enviar mensagens para o Twitter através do celular. Isso possibilitou que este fosse o primeiro canal de comunicação em vários eventos trágicos, após isso, trazendo outros canais e meios para a cobertura do fato.

E difícil combinar diversidade com cultura de massa. Para priorizar a opinião – e o lucro – de poucos, é preciso estabelecer com os outros muitos um status de dominação. A cultura, quando distribuída em ritmo industrial, vira uma versão empobrecida da realidade, dissemina estereótipos e carrega as relações sociais de estagnação e desigualdade.

Mas se a cultura de massa é aquela que tem pouco ou nada a ver conosco, a cultura da rede somos nós. A rede nos oferece um potencial inédito de propagar pensamento livre e criatividade. A comunicação passa a se dar de maneira essencialmente horizontal e o conhecimento se constrói colaborativamente. A diversidade cultural deixa de ser uma entidade exterior às pessoas e se torna, finalmente, um produto da expressão coletiva.

Para que esse potencial se concretize, é preciso transformar a rede em um espaço de todos. Para que a rede reflita a diversidade, é preciso promover o acesso, a liberdade, o respeito às diferenças. E resgatar a idéia de que as pessoas, todas elas, têm o que dizer.